Imagem de alagamento na feira da Cohab
A madrugada desta segunda-feira (19) foi marcada pela primeira chuva intensa de 2026 em São Luís, que provocou alagamentos em diversos bairros e vias da capital, além de infiltrações graves no Mercado Municipal da Cohab. A água escorreu pelo telhado e atingiu diretamente os boxes dos feirantes, alagando a área interna e causando prejuízos aos comerciantes. Vídeos feitos por populares mostram a água caindo do teto sobre mercadorias e bancas, obrigando os trabalhadores a improvisar proteções para evitar perdas maiores.
O episódio escancarou, mais uma vez, os problemas estruturais do Mercado da Cohab, que se agravam a cada temporada de chuvas. A situação levanta questionamentos sobre a manutenção dos equipamentos públicos, especialmente diante da existência de ordens de pagamento aprovadas pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (SEMAPA) para serviços de manutenção em mercados como Tulhas, São Francisco e Liberdade — pagamentos que, segundo documentos oficiais, ainda aguardam autorização da Secretaria Municipal de Fazenda (SEMFAZ).
Enquanto os recursos não são liberados, os mercados seguem em estado precário. A Feira da Forquilha, por exemplo, localizada na Estrada de Ribamar, também sofre com abandono. A urgência da reforma foi formalizada pelo vereador Raimundo Penha, que encaminhou requerimento à Prefeitura solicitando providências junto à SEMAPA. O parlamentar destacou que o espaço é essencial para a subsistência de muitas famílias e precisa de atenção imediata.
Além dos mercados, os efeitos da chuva foram sentidos em bairros como São Francisco, Alto do Turu e Coroadinho, onde ruas ficaram alagadas e o deslocamento de moradores foi dificultado. O Terminal de Integração da Cohama também foi tomado pela água, comprometendo o acesso aos ônibus. Na Estrada de Ribamar, a pista ficou parcialmente coberta, aumentando o risco de acidentes.
A recorrência desses problemas evidencia não apenas a vulnerabilidade da infraestrutura urbana de São Luís, mas também uma possível negligência administrativa na gestão e manutenção dos espaços públicos. A população, mais uma vez, paga o preço da omissão.
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